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A mostrar mensagens de abril, 2013

Acçoes de financiamento

Fundo Europeu de Investimento Fundo Europeu de Investimento >>  96, boulevard Konrad Adenauer L-2968 Luxembourg, Luxembourg Tel: +352 2485 1 Fax: +352 2485 81301 Contacto O Fundo Europeu de Investimento (FEI) foi criado em 1994 com o objectivo de prestar apoio às pequenas empresas. O BEI é o accionista maioritário do  Fundo Europeu de Investimento , juntamente com o qual forma o chamado «Grupo BEI». O que faz o Fundo? O FEI financia operações de capital de risco para apoiar pequenas empresas, particularmente novas empresas na fase de arranque e no domínio tecnológico. Proporciona também garantias a instituições financeiras (como os bancos) que cobrem créditos a PME. O FEI não é uma instituição de crédito: não concede empréstimos ou subsídios às empresas nem realiza investimentos directos em empresas. Opera através de bancos e outros intermediários financeiros. Recorre aos seus fundos próprios ou aos fundos que lhe são confiados pelo BEI ou pela Un...

micro financiamento e subvenções

Alguns contratos publicos de financiamento permitem as empresas por programa de serem afectadas depois identificadas para apoios em programas de estado. Vão ser analisadas por categoria- Vejam este link para acompanharem essas escolhas- ec.europa.eu/contracts_grants/grants_pt.htm

Ajudas e financiamento

As ultimas noticias dão conta de uma maior vontade da parte de instituições e governo de porem em marcha soluções para que haja uma retoma da economia graças ao esforço da pequenas empresas que são,como sabemos 80% do tecido empresarial. 
O acesso ao financiamento é essencial para iniciar ou expandir uma empresa e a UE fornece financiamento às pequenas empresas através de diferentes formas – subvenções, empréstimos e, nalguns casos, garantias. Para além disso, a UE financia projectos específicos. O financiamento da UE pode ser dividido em duas categorias: financiamento directo através de subsídios; financiamento indirecto através de intermediários nacionais e locais. Para mais informações sobre os tipos de financiamento que melhor se adequam às suas necessidades e sobre como candidatar-se aos mesmos, consulte as ligações abaixo.
Página Inicial   ⁄   Feeds   ⁄   Última Hora Lusa   ⁄   Geral   ⁄   Governo trabalha com instituições europeias para facilitar financiamento às PME Governo trabalha com instituições europeias para facilitar financiamento às PME Lusa   16:00  Quinta feira, 25 de abril de 2013   0   0   0 0 TEXTO A A IMPRIMIR ENVIAR Bruxelas, 25 abr (Lusa) -- O Governo português está a trabalhar com as instituições europeias no desenvolvimento de iniciativas destinadas a facilitar o financiamento às Pequenas e Médias Empresas (PME), disse hoje, em Bruxelas, o ministro das Finanças. "Estamos a elaborar, com as instituições europeias, iniciativas para facilitar o financiamento às PME portuguesas", afirmou Vítor Gaspar, numa conferência da Comissão Europeia e do Banco Central Europeu (BCE) sobre estabilidade e integração financeira, sublinhando a necessidade...

Acesso a crédito

Temos hoje ajuda financeira no quadro de programas como o QREN cuja explicação é desenvolvida pela Compete Saiba como se candidatar aos Incentivos a Microempresas do Interior 22.02.2013 Microempresas do Interior O objectivo é claro: apoiar exclusivamente as microempresas já existentes, situadas em territórios de baixa densidade com problemas de interioridade, enquanto territórios com menores oportunidades de desenvolvimento. Microempresas do Interior Os incentivos a Microempresas do Interior atuam de forma integrada, apoiando a realização de investimento e a criação líquida de postos de trabalho. Candidaturas A apresentação de candidaturas iniciou-se a 18 de fevereiro e processa-se em contínuo, até 9 de dezembro de 2013. As candidaturas são apresentadas pela internet através de formulário eletrónico disponível no menuFormulários/Candidatura/Abertos. Concelhos Abrangidos Os projetos só se podem localizar nos territórios abrangidos das regiões apoiadas:...

Indicações da europa

Desenvolvimento do microcrédito O microcrédito pode promover o crescimento económico e o emprego na Europa em conformidade com a agenda de Lisboa. Permite às microempresas, assim como às pessoas que desejam estabelecer-se por sua conta, aceder ao financiamento do seu projecto quando não têm acesso aos serviços bancários tradicionais. A União Europeia apresenta uma iniciativa que se declina em quatro vertentes e que se destina a promover o desenvolvimento do microcrédito na Europa. ACTO Comunicação da Comissão ao Conselho, ao Parlamento Europeu, ao Comité Económico e Social Europeu e ao Comité das Regiões, de 13 de Novembro de 2007, intitulada «Uma iniciativa europeia para o desenvolvimento do microcrédito em prol do crescimento e do emprego» [ COM (2007) 708  final – Não publicado no Jornal Oficial]. SÍNTESE Na Europa, o microcrédito, empréstimo inferior a 25 000 euros, visa as microempresas (aquelas que empregam menos de dez pessoas) e as pessoas desfavorecid...
O microcrédito na Europa Apesar da percentagem reduzida que na Europa Ocidental os beneficiários do microcrédito representam, em relação ao total dos beneficiários a nível mundial, o movimento do microcrédito na Europa tem vindo a assumir cada vez maior importância, tanto em termos de beneficiários, como de países e instituições envolvidas. É de sublinhar que a grande maioria das organizações europeias centram as suas atividades não, apenas, em atividades de microcrédito mas, também, em outras atividades da microfinança. Se aos países da Europa Ocidental adicionarmos os da Europa de Leste e da Ásia Central atingimos, já, a percentagem de 2,6%, o que mostra bem a vitalidade que nos países saídos do anterior Bloco de Leste o microcrédito tem vindo a assumir. As manchas de exclusão crescentes, constatadas e a precariedade das condições de trabalho que se afirmam com cada vez maior intensidade, antecipam que o trabalho do microcrédito tem ainda muito para crescer, também, na Eu...

informação

Novas informaçoes da ANDC Iniciativas da Comissão Europeia É relativamente recente o interesse e o empenhamento da União Europeia (UE) pela temática do microcrédito e da microfinança. Inevitavelmente, a problemática da microfinança tinha também que se colocar às instâncias europeias, que aí chegaram pela via do cruzamento das políticas promotoras da inovação, do crescimento e da inclusão. Apesar das dificuldades encontradas, a UE foi levada a reconhecer que as políticas enunciadas não podiam ser tomadas como meras políticas sectoriais, mas que havia numerosos aspetos de interdependência que, com vantagem para todos, deveriam ser potenciados. Assim se desenvolveram algumas iniciativas, tanto no âmbito da Direção-Geral do Emprego, Assuntos Sociais e Igualdade de Oportunidades, como da Direção-Geral dos Assuntos Económicos e Financeiros, inicialmente ténues, mas que foram, pouco a pouco, ganhando forma na perspetiva do desenvolvimento do Período de Programação 2007/2013. ...
Sábado, 20 de Abril de 2013

Como é?

Em forma de descontracção dizem alguns que o trabalho é só de 2ª a 6ªf -Será

Viagens

Dizem que as viagens formam a juventude e para isso será bom ter algum conhecimento além de alguma sensibilidade

Mini-jobs

Esta informação exemplifica um modelo,ainda que passageiro, para resolver pontualmente uma situação mais difícil:- governo britânico pondera importar o modelo alemão dos ‘mini-jobs' para combater a taxa de desemprego que atinge 2,56 milhões. O sistema germânico permite que os trabalhadores que ganhem até 400 euros por mês não paguem nem impostos, nem contribuições - já os patrões têm de pagar sobre estes salários uma taxa única para as pensões, segurança social e impostos, que simplifica a burocracia das empresas. A ideia ganha agora adeptos no outro lado do Canal da Mancha. Segundo os media britânicos, "influentes deputados conservadores" têm pressionado o ministro das Finanças, George Osborne, a incluir os ‘mini-empregos' num futuro pacote de reanimação económica. Além da isenção fiscal dos salários até 400 euros, Osborne equaciona ainda limitar os impostos às remunerações entre os 400 e 800 euros. "O modelo está a ser analisado pelo governo. Há muit...

Acumular prestação de desemprego com trabalho

Podemos ver que em certos casos o desempregado com subsidio pode acumular com salário do trabalho-  -  É uma iniciativa para levar a introdução mais rápida do desempregado no mundo do trabalho- Esse incentivo financeiro serve para os que arranjam um trabalho a tempo inteiro por um valor inferior ao subsidio.  Neste caso serão beneficiadas pessoas que já estão no desemprego há mais de 6 meses e que ainda tenham mais 6 meses para usufruir- Este apoio poderá ser atribuído até um máximo de 12 meses,e será reiniciado em caso de cessação  do contrato- Os valores são de 50% do subsidio mensal nos 6 primeiros meses,até um limite de 500€,e 25% do valor nos 6 meses seguintes nºa podendo ultrapassar o valor de 250€

projecto inicial

O projecto -tipo O projecto de criação de pequenas empresas,com fins lucrativos,independentemente da sua forma jurídica,devem reunir os elementos seguintes: -metade dos promotores têm que ser destinatários do programa, criar o respectivo posto de trabalho e terem mais de 50% em conjunto do capital social. -o projecto não pode exceder os dez postos de trabalho e um investimento de 200.000€

Referências

Programa de Apoio ao Empreendedorismo e à Criação do Próprio Emprego Apoios à Criação de Empresas através de linhas de crédito Medida de apoio a projetos de criação de empresas que originem a criação de emprego, através de linhas de crédito disponíveis junto dos bancos aderentes: CGD, Millenium-BCP, BES, BPI, Santander-Totta, Barclays, Banco Popular, Crédito Agrícola, Montepio Geral e BANIF. Programa Nacional de Microcrédito Medida de apoio a projetos de investimento viáveis que criem e consolidem postos de trabalho sustentáveis, através da linha de crédito MICROINVEST disponível junto dos bancos aderentes: CGD, Millenium-BCP, BES, BPI, Santander-Totta, Barclays, Banco Popular, Crédito Agrícola, Montepio Geral e BANIF. Apoios à Criação do Próprio Emprego por Beneficiários de Prestações de Desemprego Medida de apoio a projetos de emprego promovidos por beneficiários das prestações de desemprego, desde que os mesmos assegurem o emprego, a tempo inteiro, dos promotore...

Porquê a formação?

Pois é...... a maior parte dos empresários dedica pouco tempo à formação e no entanto a relação comercial com clientes e mercados é objecto de grande exigência -todos eles terão se submeter à lei dos prazos,aos pedidos das administrações,à confusão de acordos jurídícos. Os acordos de concertação social são extremamente disciplinadores e sofrem muitas vezes de leis ambiguas e pouco transparentes. Em caso de dificuldade prazos e valores têm que ser negociados com a banca,e, por muito hábil que seja o empresário,também aqui se fará sentir a falta de formação em administração,chefia ou liderança de empresa.   O ensino, seja qual for a altura,é um dos elementos essenciais a governação de qualquer empreendimento. Parafrasendo Bil Gates"-Se quer chegar onde a maioria não chega, tem que fazer o que a maioria não faz"

Prepare-se.....

Primeiro.....papeis!

2 - Ajudaremos a cumprir todas as formalidades nas seguintes áreas: 2.1. Finanças - Conservatória - Segurança Social 2.2. Segurança e Medicina no Trabalho. 2.3. Seguros 2.4. Contabilidade e processamento de salários. 2.5. Gabinete de sede/escritório da tua empresa 3 - Estudos de mercado e de viabilidade económica. 4 - Obtenção de apoio financeiro se o projecto for viável.

Como começar

Se me perguntam quais são os primeiros passos a dar nesta actividade eu diria que o apoio do banco é imprescindivel já que 30% das micro empresas não passam do 1º ano e 57% das restantes fecham ao fim de 5 anos,muitas vezes com problemas de tesouraria e portanto com dificuldades em assumir compromissos- Nesta altura,devido à crise,para viver & trabalhar as pequenas e medias empresas,PME's,sente-se pressionadas devido às medidas de austeridade,e por isso,alguns bancos,como o Barclays lançam financiamentos com creditos mais favoráveis, o que impede muitas vezes a empresa com mau planeamento de se afundar,sobretudo aquelas que nao administram a caixa de forma eficiente.

Formação e Informação

Importantes sao cursos administrados por instituições como esta que permitem cursos à distancia de informatica,linguas etc..-Sao necessarios para aqueles empreendedores que precisam de todas as ferraments no inicio da sua procura de sucesso-

Motivaçao

Será sempre por desejo de mudança que nasce o empresário, que quer construir por motivos de ordem financeira,social ou ideal- Todos nós pensamos em melhorar e aproveitar os nossos conhecimentos e pô-los em execução - É uma forma de nos sentirmos mais  realizados do que trabalhando para terceiros-o desejo de independência e de realização profissional- Este desafio terá resultados se for uma resposta a exigências do mercado em determinado sector,uma necessidade ainda não satisfeita. Seremos nós todos, capazes de empreender? Participar de um pequeno negocio ,que seja comercio ou industria,é a vontade de mostrar as nossas qualidades- Por isso,sendo uma prova de independência,se temos motivação por que não experimentar?

Registo on-line

Agora a informatica dá uma ajuda na rapidez de execuçao de registo para sociedades comerciais, permitindo o registo rápido pelo site da internet" www.portaldaempresa.pt" Outra soluçao é passar em qualquer conservatoria do registo comercial que permite a constituição imediata da sociedade com o site da empresa na hora cujo endereço é-"www.empresanahora.mj.pt" Outro dado importante é o seguinte:o processo de entrega de dados que se devem fornecer aos diferentes organismos da administraçao pública anualmente pode ser simplificado se se passar pelo IES ,informaçao empresarial simplificada-Com este encaminhamento só se fornece um formulario a uma das entidades públicas que depois o faz chegar a todos os outros. Estas informaçoes podem ser seguidas também no "www.portaldaempresa.pt"

Forma jurídica-Empresário em nome individual

Por ser o conceito mais prático para a pessoa física que quer começar o seu negócio sem muitas responsabilidades ou preocupações de crescimento ao ínicio,este conceito é o mais apropriado- Empresário em nome Individual Descrição É uma empresa titulada por pessoa singular, que afecta bens próprios à exploração da sua actividade económica. Este tipo de empresário actua sem separação jurídica entre os seus bens pessoais e os seus negócios, ou seja, não vigora o princípio da separação do património. Deste modo, o empresário responde ilimitadamente pelas dívidas contraídas no exercício da sua actividade perante os seus credores, com todos os bens que integrem o seu património.

comercio

Para as boas praticas comerciais é importante saber que se entendem por comercio as actividades exercidas por grosso ou retalho de maneira habitual e permanente, em local profissional. São sempre as câmaras municipais que licenciam os estabelecimentos comerciais-

planejamento

Os primeiros passos são sempre de muito receio e bastante duvida pois trata-se de investir algum dinheiro que muitas vezes foi dificil de economizar- Nesta fase o mais importante e bem conhecer o mercado,a concurrência ,a estratégia para o negocio.Os preços praticados também têm que ser estudados para calcular as margens de lucro do empreendimento

legislaçao

Temos tambem agora,de uma forma mais recente a sociedade unipessoal por quotas-Esta obriga a um capital minimo de 5000€, sendo detido por um ou socio,pessoa colectiva ou individual,o nome deverá ser unipessoal ou soc. unipessoal ligando ao Lda,e a responsabilidade deste limitada ao capital de apport- Muito util este ensinamento para aqueles que querem abrir um negocio ou uma sociedade em familia.

legislaçao

Antes de iniciar qualquer actividade temos que conhecer as regras para nao cometer erros que nos podem trazer dissabores mais tarde- Forma Jurídica Estabelecimento Individual de Responsabilidade Limitada (E.I.R.L.) Descrição É uma empresa titulada por um só indivíduo, cuja responsabilidade pelas dívidas decorrentes da actividade empresarial é limitada a uma parcela dos seus bens. Esta figura tem subjacente a constituição de um património autónomo ou de afectação especial ao estabelecimento através do qual uma pessoa singular explora a sua empresa ou actividade, mas à qual não é reconhecida personalidade jurídica. Com a criação das sociedades unipessoais, as E.I.R.L. caíram praticamente em desuso. Tambem é possivel empregar funcionarios,normalmente ate 9 para beneficiar do estatuto de micro empresa